quarta-feira, 27 de março de 2019

Estamos numa Matrix? Existimos?

Vejam abaixo o que a teoria quântica fala sobre realidade e existência de fatos. Muito interessante.

E o link para a matéria completa, como sempre no título abaixo.

A propósito, estarei sempre quebrando um pouco o peso da política no Blog dos Mercantes, porque não dá apenas para ficarmos rebatendo e contrapondo as asneiras governamentais.


Existe a realidade? O experimento que indica que, no nível quântico, não há fatos objetivos



Imagem mostra mulher com a cabeça dentro de um aquário com peixesDireito de imagemGETTY
Image captionO que é a realidade?

Na vida cotidiana, há fatos que são indiscutíveis.
Se duas pessoas, por exemplo, observam uma bola de tênis, ambas aceitarão que ela é uma esfera. Se elas jogam uma pedra para cima, não poderão negar também que o objeto vai voar pelos ares e depois cairá no chão.
Esses são "fatos" e constituem o que chamamos de "realidade". São coisas que continuarão sendo verdadeiras, independentemente de quem as observa, ou mesmo se ninguém as observar.
A questão, no entanto, se complica quando mudamos nosso foco para escalas nanométricas em que, de acordo com a física quântica, as regras que regem nosso mundo parecem não se aplicar da mesma maneira.
Nesse nível, acontecem coisas estranhas que até agora só foram formuladas de maneira teórica, mas um grupo de pesquisadores afirma que, pela primeira vez, foi capaz de demonstrar em um experimento que no nível quântico não há "fatos objetivos" e que a realidade depende de quem a vê.

Pontos de vista

A teoria quântica afirma que o observador de um fato influencia em como esse fato é percebido.
É como dizer que uma mesma bola de tênis para uma pessoa pode representar uma esfera, mas para outra, um cubo.


fotónDireito de imagemALESSANDRO FEDRIZZI
Image captionOs pesquisadores usaram fótons para enviar informações entre vários 'observadores'

Para provar isso, físicos da Universidade Heriot-Watt, na Escócia, criaram uma experimento que envolveu quatro observadores: Alice, Amy, Bob e Brian.
Esses personagens não são pessoas. Eles são, na verdade, quatro máquinas sofisticadas em um laboratório.
No teste realizado com eles, Alice e Bob recebiam uma mensagem, que nesse caso era um fóton, ou seja, uma partícula quântica da qual a luz é composta.
Depois, Alice e Bob enviavam esse fóton a Amy e Brian, ou seja, transmitiam a mensagem a eles.
Eis o que surpreendeu os pesquisadores: apesar de Alice e Bob terem enviado a mesma informação a Amy e Brian, os dois últimos a interpretaram de maneira diferente.


Alessandro Fedrizzi, pesquisador que trabalha como professor no Instituto de Fotônica e Ciências Quânticas da Universidade Heriot-Watt.Direito de imagemALESSANDRO FEDRIZZI
Image captionO professor Fedrizzi esteve à frente da pesquisa

O processo é bastante complexo, mas poderia ser exemplificado como um telefone quebrado em que uma mesma mensagem se transforma à medida que passa de uma pessoa para outra.
Este resultado está relacionado a um conceito de mecânica quântica que diz que as partículas podem se entrelaçar e mudar dependendo de quem as observa.
Para entender melhor as implicações do experimento, a BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC, conversou com o físico Alessandro Fedrizzi, líder da pesquisa, que trabalha como professor no Instituto de Fotônica e Ciências Quânticas da Universidade Heriot-Watt.


BBC

Qual é a principal contribuição deste experimento?

Esta é a primeira vez que alguém realiza um experimento mostrando que os fatos não são universais no nível quântico.
A mensagem é que na teoria quântica não há fatos objetivos. Isso quer dizer que um mesmo fato não é visto da mesma forma por diferentes observadores.
Isso é algo que normalmente não esperamos na ciência, porque na ciência é muito importante que os fatos sejam iguais para todos que os observam.
Quando falamos de fatos na vida real, são coisas que podem ser verificadas muito rapidamente. O que estamos dizendo é que na teoria quântica, em um nível profundo, os fatos não são objetivos.


Ilustração mostra mulher sobre pedra enquanto barco flutua no arDireito de imagemGETTY
Image captionOs fatos existem?

Isso quer dizer que os fatos não existem?

Os fatos existem, mas podem ser subjetivos. Na ciência, é muito importante que haja fatos sobre os quais todos possamos estar de acordo, que é o que permite o desenvolvimento científico.
Ocorre que, na teoria quântica, talvez esse não seja o caso, ou seja, diferentes observadores podem ter acesso a diferentes fatos que podem coexistir entre eles.
Na vida cotidiana, isso dificilmente nos afetará, mas significa que teremos de reescrever ou mudar nossa compreensão do que a mecânica quântica realmente significa no nível fundamental.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-47529442?ocid=socialflow_facebook

terça-feira, 26 de março de 2019

Previdência, uma alternativa viável

O Blog aqui já se pronunciou quanto ao absurdo da proposta de destruição da previdência feita pelo governo Bolsonaro. Ela somente atende aos interesses de algumas grandes empresas, mas prioritariamente de banqueiros.

Mas há alternativas muito mais viáveis. A proposta de Cesar Benjamin é interessante, e parecida com a de Ciro Gomes. A grande diferença é que Ciro quer usar ao menos parte dos recursos da capitalização para fomentar a economia, enquanto a ideia básica de Cesar Benjamin é de usar o dinheiro para modificar o perfil da dívida interna, e sair da armadilha financeira criada por PSDB e PT.

E a questão principal é que ambas são muito menos nocivas à população, e têm potencial de realmente resolver os problemas econômicos brasileiros, acabando com a dependência e a tirania financeiro-econômica impostas pelos bancos no país.

Sem isso não haverá desenvolvimento, sem isso haverá atraso.


CESAR BENJAMIN: Reforma da previdência e regime de capitalização



reforma da previdência regime de capitalização tesouro nacional cesar benjamin
Leio na coluna de hoje de Alexandre Schwartsman na Folha: “Faz sentido criar um sistema de capitalização complementar ao de repartição, como defendido, por exemplo, na proposta elaborada por Paulo Tafner. No caso, pessoas de renda mais elevada contribuiriam para o novo regime sobre o montante que ultrapassasse o teto do regime de repartição. Note-se que o novo regime, nesse caso, não aumentaria o déficit […] nem o reduziria.”
Desculpe o Alexandre, mas elaborei e publiquei esta proposta em 2016, como se verá abaixo. Não consegui diálogo sobre ela, nem com a esquerda (que me considera muito direitista) nem com conservadores (que me consideram muito esquerdista).
Mas, cuidado: eu defendo que toda a receita do novo regime de capitalização seja direcionada, por lei, aos títulos do Tesouro Nacional. Se não for assim, é picaretagem.
Há uma frase famosa atribuída a Nelson Rockefeller: “O melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo; o segundo melhor é uma empresa de petróleo mal administrada.” A frase é espirituosa, mas não é verdadeira. O melhor negócio do mundo é uma empresa de previdência jovem. Ela só tem receita (e receita assegurada), nenhuma despesa.
Se a atual reforma for feita para abrir esse filão para os bancos privados, será a negociata do século, que NÃO RESOLVERÁ A CRISE FISCAL NO CURTO PRAZO E GERARÁ UMA CRISE MONUMENTAL ADIANTE (como no caso chileno).
Abaixo, o trecho final do meu documento de 2016:
“Vista como um todo, a crise brasileira impõe a busca de uma solução que atenda a três objetivos, cuja compatibilização está longe de ser trivial: (a) manter o caráter distributivo da Seguridade Social, corrigindo distorções; (b) garantir que ela seja sustentável em longo prazo; (c) realizar um ajuste fiscal e retomar o crescimento econômico.
“Parece que estamos diante da quadratura do círculo, o problema insolúvel que atormentou os matemáticos antigos durante alguns séculos. Para buscar uma solução, precisamos sair da mesmice.
“Eis as linhas gerais de uma proposta nova:
“(a) O governo abre mão de usar a Desvinculação das Receitas da União. A Seguridade Social recebe uma injeção de recursos firmes da ordem de 30% do valor de seu orçamento, enquanto o Tesouro Nacional perde quantia equivalente. O governo também revê criteriosamente a política de desonerações tributárias, o que tem um impacto fiscal positivo. Inclui-se o agronegócio entre os contribuintes, de modo a atacar o déficit da previdência rural. Adotam-se outras providências, como a racionalização administrativa e o combate à sonegação. O sentido dessas medidas é colocar a Seguridade em posição claramente superavitária no presente, sob qualquer critério.
“(b) Estabelece-se que a percentagem entre 28% e 31% da folha salarial que hoje é descontada para a Seguridade (entre 8% e 11% dos empregados e 20% dos empregadores) será dividida em duas partes. Uma delas, majoritária, permanecerá no atual regime de repartição e garantirá a sustentabilidade intertemporal do RGPS – junto com as demais fontes de recursos –, de modo que o passivo do sistema seja mantido sob controle. Os trabalhadores receberão suas aposentadorias futuras, no todo (os mais pobres) ou em parte (os remediados ou mais ricos), a partir desse regime.
“(c) A outra parte dos descontos que incidem sobre a folha salarial será transferida para um fundo de capitalização compulsório, com contas individuais. Tendo em vista a necessidade de garantir a segurança de longo prazo aos associados, esse fundo aplicará seus recursos, necessariamente, em títulos do Tesouro Nacional indexados à taxa Selic. Não podendo optar entre diversas aplicações, o fundo não precisa nem deve ser entregue à iniciativa privada. Será um fundo público.
(d) Os títulos do Tesouro passam a receber esse novo fluxo permanente de recursos, em aplicações de longo prazo, garantidas por lei. Isso permitirá uma queda rápida e consistente na taxa de juros e um alongamento do perfil da dívida interna. O Tesouro recupera por essa via os recursos que havia perdido com o fim da Desvinculação dos Recursos da União. A queda das despesas de rolagem da dívida pública contribui decisivamente para o ajuste fiscal.
“(e) A aposentadoria futura dos participantes do sistema passa a ser calculada pela soma de duas partes, ambas situadas dentro do setor público: a participação de cada um no sistema de repartição e a capitalização de sua conta individual. Esta última terá um limite mínimo, definido em lei, calculado para cada faixa de renda. Mas cada um poderá aumentar voluntariamente seu recolhimento para essa conta individual, tendo em vista incrementar sua aposentadoria futura. Essas aposentadorias aumentadas não onerarão o sistema, pois resultarão da capitalização de recursos previamente depositados nele. Fica livre a opção por planos privados, conforme a legislação em vigor.
“(f) Extinguem-se gradualmente os RPPSs, eliminando-se abusos e revendo-se os chamados regimes especiais. Os funcionários públicos são incorporados ao RGPS segundo essas novas normas, sendo integrados no regime geral de repartição como os demais trabalhadores, sujeitos às alíquotas de contribuição vigentes e ao teto geral das aposentadorias desse sistema. Porém, como têm salários médios mais altos, suas contribuições destinadas às contas individuais, em regime de capitalização, também serão maiores, de modo a lhes garantir aposentadorias mais bem remuneradas no futuro, pela soma dos dois componentes. Tais aposentadorias, resultantes da capitalização, não onerarão nem o INSS nem o Tesouro.
“Com alíquotas bem calculadas, essa combinação de repartição e capitalização, ambas dentro do setor público, pode garantir a sustentabilidade da Previdência, sem perdas para a esmagadora maioria. Paralelamente, ela cria condições para uma queda consistente na taxa de juros, com impacto positivo no ajuste fiscal e com múltiplos efeitos sistêmicos, igualmente positivos, sobre a economia nacional.
“Realiza-se assim uma reforma robusta, de qualidade nova, capaz de perdurar por muito tempo. Seus custos recairiam sobre os atuais investidores em títulos públicos, que perderiam o ganho fácil que advém das maiores taxas de juros do mundo.”
Por Cesar Benjamin

segunda-feira, 25 de março de 2019

Brasil entrega tudo e ganha banana

Vejam bem, o ser que ocupa a presidência da república foi aos EUA e entregou várias coisas aos yankes. Liberação de visto, ajuda a cassar e deportar brasileiros que porventura vivam ilegais por lá, a entrega da base de Alcântara, entre outras coisas. De quebra fez uma visita à fábrica de golpes de estado americana, sabe Deus para que.

Trouxe em retorno aos brasileiros uma banana. Não daquelas que se comem, mas daquelas que mostram a total falta de importância e respeito que alguém pode lhe atribuir.

Enquanto isso os idiotas comemoram os recordes da bolsa.

Ora, isso só é bom para os investidores e especuladores da organização financeira. Isso significa muito pouca gente. 

Se você que me lê não é nenhum dos dois (e provavelmente não é), então você não tem absolutamente nada a comemorar. 

Mas você tem muito a lamentar, porque absolutamente todas as medidas tomadas até o momento irão piorar a sua vida.

E não é para melhorar mais a frente, porque as próximas medidas que ele pretende irão piorar sua vida ainda mais.


Viagem de Bolsonaro frustra negociadores e traz poucos avanços comerciais

Apesar de acordos na área de inteligência e segurança, país voltou sem parcerias sobre entrada sem condições na OCDE e exportação de carne

Washington – Esperada como o grande avanço na relação Brasil-Estados Unidos, a viagem presidencial deixou um gosto de frustração para os negociadores brasileiros, que saíram de Washington com poucos avanços nas áreas comercial e agrícola, de acordo com duas fontes ouvidas pela Reuters.
“Se é para avançar desse jeito, melhor até que fique como está’, disse à Reuters uma das fontes envolvida diretamente na tentativa de abrir o mercado americano para novos produtos agrícolas brasileiros.
O Brasil leva para casa o acordo de salvaguardas para uso da base de Alcântara pelos Estados Unidos e outros na área de segurança pública e inteligência, mas não conseguiu nada além de promessas vagas nas áreas que interessavam –uma solução para a questão da exportação de carne in natura e um apoio sem condições à entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo.
Ao final da visita, ao lado de Bolsonaro, Trump declarou apoio ao pleito brasileiro mas, na declaração conjunta, o apoio está condicionado ao Brasil abdicar de estar na lista de países com tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia afirmado que o apoio à entrada na OCDE não podia depender de uma troca.
“Quem está preocupado com uma parceria estratégica somos nós, não eles. Eles estão preocupados com o varejo”, reclamou um dos negociadores brasileiros.
De acordo com a fonte, a reunião entre Guedes e o representante de comércio norte-americano, Robert Lighthizer, não foi boa e incomodou o ministro brasileiro. O duro discurso feito por Guedes na Câmara de Comércio, na tarde de segunda, foi um reflexo disso.

domingo, 24 de março de 2019

Eurythmics "Here Comes The Rain Again" live 46664 THE EVENT

Se I Saved the World Today foi um grande sucesso do Eurythmics, outro foi Here Comes The Rain Again. E na minha opinião o maior deles, pois regravado por outros artistas, como Marcy Gray e até, quem diria, Madonna, além de, vira e mexe, aparecer nos atuais programas de calouros.

sábado, 23 de março de 2019

Maia abandona articulação pela Reforma da Previdência

Em mais uma trapalhada do governo brasileiro, o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que abandonou qualquer articulação política pela Reforma da Previdência, e aguardará que o governo o informe quando tiver a os votos que garantam sua aprovação, para que esta seja pautada.

A Reforma é ruim, mal planejada, e apenas criará mais miséria e problemas a um povo que já as tem de sobra, mas é inegável que há necessidade de se alterar a Previdência brasileira, de forma a torná-la sustentável e eficiente no longo prazo.

Mas é inegável que a família presidente não faz ideia de como articular nada, de como fazer política de alto nível, e nem tem ideia do que seja administrar um país, ou o que é prioridade ou não para a Nação. Mais uma vez repetindo, não faz ideia do porquê, ou de como acomodar os diversos interesses e anseios, muitas vezes antagônicos, que disputam a primazia das atenções do governo e das diversas instituições.

A crise com Maia foi criada após as ações de Sérgio Moro e das postagens, dele e do filho n°3 nas redes sociais. Mas a crise com Maia é apenas mais uma de muitas que já tivemos. E observem que ainda não completamos 3 meses de governo.

Lamentável, mas ou temos uma reviravolta acentuada, ou esse governo será um desastre maior do que o previamente esperado.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Nunca se foi tão baixo

O ex-presidente Lula tinha a mania de dizer que, "nunca na História desse país ", quando queria se referir a um fato relevante alcançado por seu governo.

Pois bem, parafraseando Lula, "nunca na História desse país" fomos tão humilhados, por uma pessoa despreparada, puxa-saco e servil, que ocupa a presidência da república no momento.

A reportagem abaixo aponta a forma jocosa e desrespeitosa com que ele, e por extensão o Brasil, estão sendo tratados nos EUA, após mais uma viagem internacional desastrosa. Mas isso não para por aí, porque na Europa o mesmo cenário acontece.

Para piorar. vários órgãos da imprensa internacional já ligam os Bolsonaro  às milícias.

Mas se você quiser uma cereja nesse bolo de desgraças, também ligam os Bolsonaro e a morte de Marielle.

Enquanto isso o despreparado e seu posto Ipiranga para a economia, que é tão despreparado quanto o chefe, vão destruindo o país, o que por sinal, foi algo que o próprio presidente declarou ser sua tarefa; "destruir".

Os idiotas aplaudem.

Trump também.

Viagem de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos é tratada com deboche pela imprensa norte-americana;
Mídia americana ridiculariza Bolsonaro












A imprensa dos Estados Unidos não pouparam adjetivos para definir a visita do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao país. Para a rede CNN, por exemplo, disse que o brasileiro "puxou o saco" do presidente Donald Trump, prevendo sua reeleição em 2020 e elogiando seu combate a "fake news".Já para o New York Times, no encontro, era como se Trump estivesse olhando para um espelho.

"Como outros líderes autoritários que Trump abraçou desde que assumiu o cargo, Bolsonaro é um eco do presidente americano: um nacionalista ousado cujo apelo populista vem em parte de seu uso do Twitter e sua história de fazer declarações grosseiras sobre mulheres, gays e grupos indígenas", escreveu o jornalista Michael Shear.

Na noite de segunda-feira, antes de uma entrevista com o mandatário brasileiro, a rede ligada a direita americana Fox News, reforçou os laços de Bolsonaro com milicianos e ainda lembrou suas declarações contra minorias, como mulheres e LGBT, além de perguntar a posição do presidente sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).
FONTE: Brasil 247

quinta-feira, 21 de março de 2019

Reforma da Previdência

Vejam que vídeo interessantíssimo de Eduardo Moreira. Fala muito sobre a destruição da Previdência que Bolsonaro e Paulo Guedes tencionam promover no país. Entenda o que todos perdem, e defendam seus direitos à vida e à dignidade.


quarta-feira, 20 de março de 2019

R$ 2,5 BI?

Isso é no mínimo imoral, mas pode se estender a muito mais do que isso, e extrapolar a crime contra a economia, contra empresa de capítal misto, crime contra o patrimônio público, além de nitidamente se caracterizar como se utilizar do cargo para ganhos irregulares do setor público.

Para começar.

E se alguém acha que é exagero, Deltan Dallagnol já se apresenta aos bancos como gestor da impressionante fortuna rapinada da Petrobrás. Por sinal, segundo alguns especialistas, bem maior do que o dinheiro desviado da empresa a "título" de propina.

Ou se colocam os freios nessa turma agora, inclusive com ressarcimento aos cofres públicos pelos excessos e prejuízos causados, sem excluir as penas criminais cabíveis, ou o país cairá definitivamente nas mãos das milícias armadas e jurídicas.




Xadrez da tacada de 2,5 bilhões da Lava Jato, por Luis Nassif

E, como sempre ocorre com poderes exercidos de forma absoluta, criou-se uma larga cadeia improdutiva da Lava Jato, permitindo ganhos expressivos em várias modalidades de negócio




Peça 1 – os delatores da OAS

A delação da OAS foi central para a condenação de Lula. Agora, executivos da empresa revelam que houve pagamento de R$ 6 milhões para diretores que aceitaram combinar versões com a empresa. Quem definia as condições para a delação era a Lava Jato, procuradores e o juiz Sérgio Moro. E as versões invariavelmente foram no sentido de condenar Lula.
Lula se transformou no toque de Midas da Lava Jato, a condição para indulto plenário a qualquer abuso cometido e a qualquer suspeita levantada. A perseguição a ele teve alguma dose de motivação política pessoal da Lava Jato. Mais que isso, foi a oportunidade para, em um primeiro momento, garantir poder e projeção ao grupo. Em um segundo momento, para abrir mercados promissores.

Peça 2 – o negócio Lava Jato

Graças ao antilulismo, permitiram-se todos os abusos. E, como sempre ocorre com poderes exercidos de forma absoluta, criou-se uma larga cadeia improdutiva da Lava Jato, permitindo ganhos expressivos em várias modalidades de negócio.

terça-feira, 19 de março de 2019

Não para?

Quem achou que Bolsonaro governaria com lisura, tendo cuidado em suas escolhas, pode estar certo que, no mínimo, ele está pior que o PT, e olha que o PT abusou no direito de nomear pessoas suspeitas, até por isso mesmo perdeu credibilidade. E olha também, que minha opinião é que o PT se perdeu nisso que passou a chamar de "pragmatismo", e abusou do direito de fazer acordos nefastos.

Mas Bolsonaro exagera nessas nomeações, porque elas não estão sob suspeitas não comprovadas em obscuras diretorias e terceiro escalão, mas nos primeiro e segundo escalões da administração pública, e cercadas de provas e indícios, todos muito mais fortes dos que os que condenaram Lula, e parte substancial dos condenados da Lava-Jato.

Claro que muitas vezes focinho de porco não é tomada, é apenas focinho de porco. Mas precisava indicar apenas gente envolvida com escândalos diretos?

Vejam a matéria de O Globo clicando aqui.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Capacho

Isso é o cúmulo da servidão na diplomacia internacional: a não exigência de visto para entrada de estrangeiros em seu país, enquanto a reciprocidade não é colocada para seus próprios cidadãos. Em resumo, é a não reciprocidade nas relações, quando apenas um lado abre mão de suas posições e o outro lado apenas tem benesses dessa atitude, sem dar absolutamente nada concreto em contrapartida.

Pois é isso que esse governo patético, incompetente, servil, ideológico, com complexo de vira-latas, horroroso, vem fazendo na política externa brasileira. O país, além de perder mercado no comércio internacional, além de estar deixando de ser destino de investimentos estrangeiros em áreas que criem empregos, e de ser levado seriamente em conta em negociações e na diplomacia internacional de alto nível, agora resolve assumir um papel de colônia subserviente, acabando com qualquer resto de respeito que poderia ainda ter.

Mas não dá para esperar que alguém que não se dá ao respeito seja respeitado ou entenda o que é isso.



Brasil planeja fim da exigência de visto a EUA, Canadá, Japão e Austrália

Os ministros do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se reúnem nesta quinta-feira para discutir detalhes da proposta


2º Estados Unidos - 10,3% dos turistas
Brasília – O governo Jair Bolsonaro planeja dar isenção completa de vistos, sem exigir reciprocidade, a um grupo de quatro países considerados estratégicos para o turismo no Brasil – Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália. Os ministros do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se reúnem nesta quinta-feira, 17, para discutir detalhes da proposta, na lista de prioridades para os primeiros cem dias de governo.
Os ministros já conversaram informalmente sobre o tema e, segundo o titular do Turismo, houve sinal positivo por parte do chanceler. Em governos anteriores, havia resistência na diplomacia à liberação unilateral. “Tive uma conversa preliminar com o ministro Ernesto, e ele vê com muito bons olhos esse caminho de acabar com a política de reciprocidade. A minha proposta inicial é que nesses países onde já foi implantado o visto eletrônico – Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália -, a gente já consiga promover a isenção completa de vistos”, disse Antônio.

sábado, 16 de março de 2019

Eurythmics - I Saved the World Today (Official Video)

Eurythmics. Dueto britânico formado por Annie Lennox e Dave Stewart, é a primeira vez em nosso Blog dos Mercantes, e já chega arrasando, com um dos grandes sucessos. O dueto foi muito ativo na década de 80 do século passado, e emplacou alguns grandes sucessos, sendo I Saved the World Today um dos grandes.

quinta-feira, 14 de março de 2019

Taí o que você queria!

O vídeo é auto-explicativo.

Apenas um aparte meu; a única técnica que neoliberal domina é de fazer banqueiro ganhar um monte de dinheiro sem trabalhar. Até porque não sabem trabalhar.

 Mas Bolsonaro não ia resolver tudo com arminha e neoliberalismo?

E agora, como é que fica?


quarta-feira, 13 de março de 2019

Ministro Marco Aurélio

O texto de Tales Faria é auto-explicativo, e você pode acessá-lo clicando no trecho abaixo. Mas apesar de ser bastante claro, o texto deixa duas questões no ar, e absolutamente sem respostas. A primeira é; por que ninguém fez nada para deter esse processo absurdo que está destruindo um dos últimos bastiões de credibilidade da população brasileira.

A segunda é tripla e mais atual: quando vão deter esse processo, colocar criminosos travestidos de agentes do Estado na cadeia, reaver os valores desviados e negociados em causa própria por eles, e permitir que o país retome o caminho correto do desenvolvimento e da justiça social?