sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Doomsday ameaça o Planeta
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
EUA recua no Irã e mostra queda de capacidade
Pessoal, o Presidente do EUA divulgou um twitter em que informou que não iria mais bombardear o Irã, e num momento que muitos torciam por uma notícia dessas, no fundo ela surpreendeu, e aqui rapidamente entenderemos o porquê disso.
Há meses Trump vinha ameaçando os persas de uma ação bélica com vistas a mudança do regime dos Aiatolás. Algo mais pesado do que o executado na Venezuela. Para isso ele tomou algumas ações.
1- Deslocou tropas e uma enormidade de equipamentos, principalmente maios aéreos de bombardeio, como caças, bombardeiros estratégicos, mísseis de cruzeiro de longo alcance, aviões de carga e reabastecimento aéreo;
2- Enviou as frotas capitania das pelos porta-aviões Roosevelt e Lincoln para o Oriente Médio,
3- Junto com outros países que têm interesse na região, chegou a promover uma tentativa de revolução colorida, mas está falhou,
4- Chegou a anunciar um ataque iminente.
Mas ele recuou e 4 foram os motivos principais.
1- Os países da região pediram para que não houvesse o ataque, negaram o uso de seus espaços aéreos para isso e também ajuda para a defesa das bases estadunidenses da região. Entre esses países estão Turquia, Arábia Saudita e até Israel. Russos e Chineses também interferiram decisivamente,
2- O Irã bloqueou os sinais usados pelo sistema Starlink, impedindo o prosseguimento das manifestações e deve ter interferido em outros sistemas que fazem uso de sinais eletrônicos também,
3- A reação de alguns países que aos poucos percebem que as ações estadunidenses visam o bem exclusivamente de suas próprias elites.
4- A possibilidade de um conflito na Groelândia.
A verdade é que o cobertor bélico comandado pela Casa Branca está cada vez mais curto. Não há recursos financeiros, humanos, e apesar de ainda terem muito equipamento, este está defasado além de ser muito caro. O aumento de orçamento para USD 1,5 trilhão não garante a inversão dessa situação nem a médio prazo, muito menos no curto. E quanto mais eles têm tomado essas ações desastrosas, mais o mundo se vira contra eles. A queda tem sido mais rápida do que o previsto, mas ela será mais dolorosa também, e para todos. Mas isso não garante que o Irã esteja seguro.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Mais conflitos no horizonte
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Putin interrope negociações com EUA
Pessoal, um desenvolvimento no conflito no Leste Europeu indica não apenas o prolongamento das hostilidades, mas também a perda de paciência por parte dos russos em negociações absolutamente infrutíferas e que nitidamente buscavam apenas tentar impor uma derrota a quem está vencendo. Sim, após reunião com seu Conselho de Segurança, o líder russo decretou o fim das negociações. Três são os motivos principais para isso:
1- A tentativa insistente do Ocidente em usar fundos russos congelados para a reconstrução da Ucrânia.
2- A tentativa insistente de impor um cessar-fogo, mesmo que disfarçado, para que a Ucrânia seja rearmada e treinada para o retorno do conflito.
3- A tentativa mal disfarçada de incluir a Ucrânia na OTAN, através de uma garantia de segurança inspirada no art. 5 da organização militar.
Outro ponto, e que não foi mencionado até o momento para a decisão, é que o EUA, que sob a liderança trumpista tenta posar de neutro e parte não beligerante no conflito, não apenas participa ativamente nas ações, com o fornecimento de armas, logística, estratégia e inteligência, como foi o mentor e maior instigador das hostilidades no Leste Europeu.
Além do fim das negociações, Putin também usará o exclave de Kaliningrado para posicionar armas nucleares, provavelmente em Oreshniks, que ameaçarão a Europa ainda mais de perto.
Mas isso não quer dizer que não se chegue a um acordo negociado para o conflito, e basta que os Ocidentais cheguem com uma proposta que contemple plenamente as condições mínimas russas. Só que isso ainda está um pouco longe de acontecer, afinal, é até o último ucraniano.
domingo, 4 de janeiro de 2026
Maduro extraído. O Imperio contra-ataca?
quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
Olha 2026 na nossa cara.
FELIZ ANO NOVO!
2026 está aí, na nossa porta, batendo pra entrar. Que ele chegue trazendo a Todos saúde, paz, amor, alegria, realizações e sucesso. Um Feliz 2026!
FELIZ ANO NOVO!
domingo, 28 de dezembro de 2025
Como eu disse, reposicionamento das peças no xadrez global
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Mais Um Natal Juntos
sábado, 20 de dezembro de 2025
Agricultores europeus emparedam governos
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Ataques ao Comércio Mundial Podem Acirrar os Conflitos
Pessoal, há uma situação que vem se tornando cada vez mais comum nesse mundo conturbado: a tentativa de interromper o comércio aos países considerados hostis.
Isso começou alguns anos atrás, quando o EUA pressionou e conseguiu a detenção de um petroleiro iraniano em Gibraltar. Após os iranianos terem apreendido um petroleiro britânico o barco iraniano foi liberado e o britânico também. Alguns anos depois a pressão foi na Grécia, que ainda roubou a carga do navio. O Irã deu o troco num navio americano. Na atual crise de Gaza os Houthis fecharam o Mar Vermelho ao trânsito de navios do chamado Ocidente Coletivo, ou com destino a alguns países e a Israel. A pressão militar estadunidense não surtiu efeito, e vários cargueiros foram avariados, ao menos 2 foram afundados. Pouco depois os países da OTAN passaram a tentar impedir a exportação de petróleo russo, e o trânsito de petroleiros ligados aos russos por águas próximas a seus países, mesmo que fossem águas internacionais ou protegidas por tratados de navegação. Houve incidentes no Báltico, e no Mediterrâneo os franceses chegaram a abordar um petroleiro e prender alguns Oficiais.
Na semana passada houve ataques Ocidentais no Mar Negro a petroleiros ligados aos russos, e por último o EUA apreendeu um petroleiro iraniano em águas territoriais venezuelanas. As respostas vieram rápidas, com os russos bombardeando cargueiros Ocidentais no Porto de Odessa e decretando o fechamento do porto e promovendo o cerco à cidade. No Irã um petroleiro com diesel destinado ao EUA foi apreendido.
O perigo é que tais ataques ao comércio mundial vêm crescendo, e o comércio é o sangue que mantém a economia dos países funcionando, ainda mais em uma era "globalizada". Se pensarmos que um dos principais motivos do ataque japonês a Pearl Harbour foi o boicote estadunidense ao fornecimento de petróleo ao País do Sol Nascente, aí começamos a ver os riscos envolvidos no acirramento desses ataques ao comércio. O mundo com certeza já mudou, mas ele pode mudar mais e pior se essas ações de pirataria não cessarem. E sim, isso é pirataria.
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Os conflitos seguem, mesmo com mudanças mínimas
terça-feira, 25 de novembro de 2025
A paz na Ucrânia ainda precisa de ajustes
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Manifestação mexicana não é Revolução Colorida
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Caso Epstein volta a assombrar Trump
Pessoal, enquanto os russos seguem avançando no Leste europeu e estendendo seus tentáculos por outras partes do mundo junto com a China, enquanto os estadunidenses tentam arranjar uma desculpa plausível para atacar a Venezuela e Irã, Trump vê sua situação se deteriorar ainda mais internamente.
Na quinta-feira, dia 13, circularam emails vazados de Epstein, aquele do caso Epstein, que envolve uma ilha e políticos, empresários e artistas de grande influência e poder. Esses emails se referem ao Presidente do EUA, Donald Trump, e algumas ligações com Jeffrey Epstein. Isso mais uma vez encurrala Trump, que havia negado contatos com Epstein, ou participação em suas atividades. Pois é, os emails derrubam o não contato entre eles, e por analogia as participações nessas atividades.
Com isso Trump passou a redobrar esforços para que se retire o projeto de lei que corre no Congresso estadunidense para que os arquivos Epstein sejam liberados.
Como eu já disse, a situação não está nada favorável a Trump, mas tudo isso pode ser revertido, a depender das articulações das forças que se antagonizam na classe dominante estadunidense.
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
Trump entre o Olimpo e o Submundo
Pessoal, enquanto Donald Trump busca uma mudança de regime na Venezuela com uso de pressão militar e possível intervenção bélica direta, internamente a posição trumpista faz água por todos os lados. Isso se deve porque o orçamento estadunidense para o ano já foi totalmente consumido. Com isso milhões de funcionários públicos federais estão há mais de 40 dias sem receber seus salários, e vários serviços públicos essenciais estão paralisados.
Num país onde a grande maioria da população vive de salário em salário, sem reservas financeiras para eventualidades, os funcionários já faltam ao trabalho por falta de recursos para se deslocarem às repartições. Para se ter ideia, mais de 800 voos têm sido cancelados diariamente por falta de controladores, e mesmo as trilionárias Forças Armadas estão sem salários e até sem comida, e isso por todo o Globo. Civis e Militares têm sido aconselhados a buscar alimentação em postos de auxílio social, e o governo alemão irá dispor 40 milhões de euros mensais para pagar os salários dos funcionários civis das forças estadunidenses estacionadas no pais europeu, para posterior ressarcimento quando a situação for resolvida na América.
Enquanto um Senado de maioria do partido de Trump se debate para autorizar um aumento do orçamento estadunidense, Trump vê sua popularidade despencar e chegar a 69% de rejeição, sofre derrota eleitoral importante em Nova Yorque, e patina em vários cenários internacionais, inclusive na Venezuela, onde o porta-aviões Harry Truman chegou, mas também chegaram navios de guerra russos, complicando uma já enrolada situação. Tudo isso corrobora a previsão de uma derrota acachapante nas mid terms do próximo ano, e o controle do Congresso pelos democratas.
Os estadunidenses não gostam muito da solução do impeachment presidencial, mas devido às ações mal pensadas, e ainda mais mal executadas por seu governo nesses primeiros meses, não descarto que apliquem esta solução, ainda mais se os democratas tiverem um controle suficiente para isso no Congresso. Mas há o reverso, e se Trump, contra todas as possibilidades, ganhar, então ele virará um herói. A aposta é alta, e o prêmio é o Olimpo, mas a punição é o Submundo.
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
Venezuela sob ameaça imiinente
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Movimentos mostram conflito se definindo no Leste europeu
Pessoal, no início da semana a Rússia anunciou que havia cercado 31 batalhões Ucrânianos em Kupiansks e Pokrovsk. Na ocasião Putin chamou os militares ucranianos à rendição e ofereceu clemência. Segundo o Presidente russo o tratamento digno a prisioneiros de guerra é uma tradição russa.
Se levamos em conta que um batalhão costuma ter em torno de 1000 homens, então temos pelo menos uns 30 mil ucranianos cercados na região. Mesmo assim algumas fontes falam em cerca de 11000 homens cercados. Se isso for verdade, apenas fica ainda mais evidente a degradação das forças ucranianas. De qualquer forma, a perda desses homens seria um desastre para o exército ucraniano, que vem apresentando muita dificuldade em repor as baixas que sofre.
E se as altas esferas executivas não conseguem avançar num acordo, a congressista estadunidense Anna Paulina Luna se encontrou com Dimitriev, o chefe executivo do fundo russo de investimento. Na pauta foram alinhavadas futuras conversas entre representantes do Congresso estadunidense e da Duma russa. A ideia é criar outros canais de diálogo e aproximar as duas superpotências através de conversas e negociações.
Como eu já disse antes, o conflito ainda demora um pouco a acabar, mesmo que seja muito difícil para os ucranianos impedirem uma derrota, que como se viu no início do texto, é cada vez mais iminente.
Ao mesmo tempo vemos setores das sociedades russa e estadunidense mostrando que querem uma normalização nas relações, e que estão dispostas a agirem diretamente nesse sentido, mesmo que as ações erráticas de Trump mostrem que há grandes antagonismos nos interesses do EUA.
Quando essas forças se alinharem, caberá aos europeus a adesão negociada ao acordo feito, ou partirem definitivamente para o suicídio social e econômico que eles têm levado a cabo nos últimos anos.
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
falta de solidez e seriedade na ações de Trump minam seu mandato
Pessoal, depois de uns poucos dias de férias voltamos a comentar alguns desenvolvimentos da geopolítica mundial, e hoje todos em torno de Donald Trump. O Presidente estadunidense segue em sua jornada de realizar acordos de falsa paz entre nações, porque nada disso é sólido, enquanto busca oportunidades de negócios.
Em Gaza a paz real nunca esteve presente, com Israel bombardeando diariamente regiões da Faixa, e agora os combates voltam a se acirrar e o boicote aos palestinos volta a causar fome.
A nova reunião que buscava com Putin, com Zelensky tentando participar, mais uma vez não tinha a intenção de acatar as demandas russas (e causadoras do conflito), mesmo que a guerra esteja praticamente perdida. Tudo isso ao mesmo tempo em que cerca Venezuela, Irã, possivelmente também Cuba, e parece pretender atacar esses países diretamente. Enquanto isso segue atacando a oposição interna, e alguns milhões de estadunidenses tomaram as ruas das principais cidades do EUA em protesto. Trump ao invés de dar atenção a seus concidadãos, tripudiou dos mesmos, colocando um meme gerado por IA em que atirava fezes à população que protestava.
O homem que assumiu com promessa de recolocar o EUA na liderança do mundo e promover a paz, no fundo está causando enorme confusão pelo planeta, não resolve nenhum dos conflitos, sejam internos, sejam externos, afunda o próprio país em divisão profunda e caos econômico, e vê sua popularidade desabar. O cancelamento da reunião com Putin, programada para a Hungria (embora nenhum dos governos confirmasse), diz muito de sua conduta externa, assim como o afastamento de muitos apoiadores não fanáticos e a revolta de seu povo dizem sobre a interna.
É difícil que esse quadro mude no pouco tempo que resta até a eleição de meio de mandato. Difícil ele não perder a maioria republicana do Congresso com esse quadro. Mesmo essa maioria já não era sólida, e posicionamentos de republicanos contra o Presidente ao longo desse primeiro ano de mandato mostram isso, agora imaginem com uma maioria democrata? Um ex-Presidente à vista, e isso no meio do mandato.
terça-feira, 14 de outubro de 2025
Paz em Gaza deve ser de curto prazo
Pessoal, no fim de semana de 3 e 4 de outubro tivemos muitas manifestações contra o massacre que acontece na Faixa de Gaza. Foram milhões de pessoas nas ruas. Só em Amsterdam foram cerca de 250000 pessoas protestando, ou 25% da população. Mas os protestos não foram limitados aos Países Baixos. Na Itália centenas de milhares de pessoas também tomaram as ruas, em Bruxelas, no Reino Unido, Espanha, além de outros países europeus. E até no EUA tivemos manifestações, além de vários países do Sul Global, como Brasil, Colômbia e vários países africanos e asiáticos.
Talvez este tenha sido um dos motivos para o Presidente estadunidense ter pressionado o PM israelense para chegar a um acordo de paz em Gaza. Um motivo, porque temos outros, entre eles o fato de terem falhado pateticamente em decaptar outras lideranças palestinas, ou o fato de estarem num atoleiro há 2 anos, em que já perderam alguns milhares de soldados, equipamentos, liberaram apenas 2 reféns em ações bélicas, mas não estão nem perto de acabarem com os grupos de resistência, ou com seus túneis, e nem foram capazes de encerrarem as linhas de abastecimento deles, tudo isso à custa de mais de 100000 civis mortos em Gaza, seja por bombardeios, assassinatos frios, ou pela fome, e esse quadro apenas demonstra o fracasso.
Mas apesar dos acordos que já começaram a ser assinados, Israel parece não os estar cumprindo, e há várias denúncias de bombardeios sobre as regiões de Gaza. A tendência é que Trump falhe mais uma vez em impor uma paz, e de forma gritante, porque impõe um cessar-fogo, mas não move um músculo no sentido de resolver os motivos que deram início ao conflito. O problema é que sem a solução das reais divergências, não dá para esperar paz verdadeira, muito menos duradoura. Isso se expressa na continuação dos bombardeios. Paz não é um pedaço de papel assinado, é uma realidade vivida por povos.
quinta-feira, 2 de outubro de 2025
Trump volta a se incompatibilizar com militares da ativa
Pessoal, no início da semana, Pete Hegseth, o Secretário da Guerra estadunidense reuniu cerca de 800 Oficiais Generais do país norte-americano. Num discurso mais midiático que efetivo, o chefe das Forças Armadas estadunidenses praticamente declarou guerra ao mundo. Mas no fundo foi um discurso muito mais voltado para o público interno e para países com pouca capacidade defensiva.
Sim, Hegseth falou de fim da diplomacia, do uso da força, de tomar o que quiserem, mas no fundo decretou o fim de algumas das chamadas políticas “woke”. Nas palavras do Secretário da Guerra, “os líderes políticos tolos e imprudentes definiram o rumo errado e perdemo-nos. Tornamo-nos o Departamento Woke. Mas acabou”... “Chega de caras de vestido. Chega de adoração às mudanças climáticas ou ilusões de gênero. Essa bobagem acabou.” Nada de generais gordos, ou barba, ameaçou de perda de pensão e demissão aos que não se adaptem – algo que o governo Trump já andou fazendo - e inclusive afirmou que é foco total na guerra – preparação para a guerra e preparação para vencer.
Apesar do corte divulgado, após o evento alguns generais do mais alto escalão disseram que gastaram tempo e dinheiro dos contribuintes para “ouvir Hegseth dizer que não gosta de homens de vestido”, ou que foi mais uma conferência de imprensa do que uma instrução efetivamente, e que tudo poderia ter sido resolvido por e-mail. Alguns chegaram mesmo a dizer que foi uma reunião idiota.
Parece que Trump, mais uma vez, tenta utilizar as forças armadas para assumir o poder internamente no país. Para quem não lembra, uma das acusações que pesava sobre ele foi a tentativa de mobilizar as forças armadas do EUA a apoiarem um golpe de estado em janeiro de 2021. Com a intervenção em várias cidades importantes governadas por democratas, e algumas investidas como essa logo no início de seu governo, parece que ele tenta mobilizar as forças armadas com mais antecedência dessa vez. A dúvida é se irá conseguir, mas pelas declarações de alguns desses generais, não parece.