Grande sucesso do Led Zeppelin na voz de Kayla Reeves vindo do canal Ken Tamplin Vocal Academy. Mais um excelente cover de uma excelente música.
sábado, 6 de julho de 2024
domingo, 30 de junho de 2024
Assange solto ajuda os democratas
Julian Assange foi solto, e isso ajuda a candidatura Biden, ou quem o partido Democrata venha a indicar para a corrida presidencial americana.
segunda-feira, 10 de junho de 2024
Governo neoliberal busca acabar de vez com o Brasil
Sim, um dos últimos bons avanços da Constituição de 88 está prestes a ser destruído, e justamente pelo partido que se recusou a assiná-la. As garantias constitucionais mínimas para a Saúde e a Educação estão prestes a serem retiradas da Carta Magna justamente por iniciativa e ação do PT. Tal projeto não deve ser concretizado esse ano, mas há grande probabilidade de o ser até o final desse governo.
Para que se compreenda, quando o Governo se move no Congresso para acabar ou diminuir (sabemos como esses processos começam, mas não como acabam) os mínimos constitucionais, isso significa que o Estado terá menos poder de intervenção nessas áreas, terá menos poder para atender a população mais carente, e aumentará ainda mais o abismo que já existe entre as camadas mais abastadas da população e as mais carentes.
Significa também que a cada vez menor e mais achatada Classe Média precisará recorrer aos serviços privados nessas áreas, enquanto esses serviços se concentram cada vez mais nas mãos de umas poucas grandes empresas, sejam de Educação, seja de Saúde.
Os sucessivos governos (não é uma iniciativa exclusiva desse) vêm desregulando e possibilitando às empresas aumentos que excluem clientes "indesejados", e um maior lucro em suas atividades, ao mesmo tempo em que possibilitam a obtenção de maiores ganhos em suas atividades empresariais, seja pela maior procura de seus serviços, seja por uma maior precariedade nos serviços prestados, ou na seleção de prestar tais serviços apenas àqueles que possibilitarão os maiores lucros às empresas.
Nesse sistema a tendência é que a grande massa da população seja cada vez mais entregue a própria sorte, sem que tenha condições mínimas de acesso a serviços básicos de cidadania.
Um país cada vez mais aos moldes de uma colônia.
quinta-feira, 30 de maio de 2024
E o Relógio do Fim do Mundo anda
Já tinha um tempo que eu não aparecia por aqui, e infelizmente volto a fazê-lo com um texto triste, mas absolutamente realista de Wellington Calasans. A verdade é que, apesar de parecer sensacionalista e catastrofistas, o texto de Calasans é apenas espelhado pela apreensão da realidade e o desenvolvimento da situação no Leste Europeu, e das ações entre os lados.
Explico: os países do Bloco Ocidental se veem protegidos de retaliações russas devido ao fato de apoiarem as ações ucranianas no que eles chamam de "guerra contra uma invasão injustificada", como se o assassinato de cerca de 14.000 russos étnicos no Dombas e o planejamento de uma invasão massiva à região, com claro objetivo de aumentar a execução dessa etnia não fosse motivo suficiente para uma intervenção Russa. Isso depois de terem sido assinados os chamados Acordos de Minsk, cerca de 8 anos antes, de os ucranianos, incentivados pelo Bloco Ocidental jamais terem cumprido tais acordos, e os russos terem passado todo esse tempo clamando pelo seu cumprimento, além de ter solicitado a seus oponentes europeus conversas com vistas a um acordo de segurança na Europa, o que foi respondido com um rotundo silêncio.
Aparentemente os russos não queriam o conflito armado, e o que corrobora tal entendimento é justamente a história do conflito. A exiguidade e inexperiência das tropas usadas no início do conflito. Soldados que faziam um treinamento grande, mas que correspondiam a cerca de 1/3 do exército ucraniano que então já se posicionava próximo às regiões ora em disputa, e já bastante equipados com material e equipamento Ocidental, além de toda a herança da era soviética. Os russos tentaram um rápido xeque-mate com os poucos mais de 110 mil homens que iniciaram o conflito. Cercaram Kiev e quase conseguiram novo acordo, que dessa vez teria sua aplicação forçada pelas armas. Mas Boris Johnson (ex-premier britânico) desceu em Kiev e selou o acordo que já levou os ucranianos a terem mais de um milhão de baixas (entre mortos, feridos, amputados, desaparecidos, etc.), sua infraestrutura destruída, parte substancial de sua população dizimada ou espalhada por Europa, Rússia e alguns outros países, e uma situação econômico-financeira totalmente arrasada.
Lembram que no início eu disse que o Bloco Ocidental se sente protegido ao não participar diretamente do conflito. Pois é, talvez essa proteção desapareça se os ucranianos realmente começarem a usar as armas Ocidentais de longo alcance para atacarem com frequência o território ancestral russo. Sim, as áreas em disputa também são consideradas russas por Moscou, mas elas estão em disputa. Após o envio de armas em enorme quantidade, de recursos financeiros enormes, sequestros de divisas e propriedades russas no exterior, e de tropas disfarçadas de mercenários (quem os paga é o Ocidente e vários deixaram seus exércitos para estarem na Ucrânia), além de técnicos treinados para operarem equipamentos mais sofisticados, ao menos havia o freio puxado para que o território anteriormente russo não fosse atacado. Quando o Ocidente autoriza e incentiva que este território seja atacado, aí é muito possível que os russos entendam um ataque direto a sua soberania, e ainda mais direto a sua existência.
Se até agora os russos mantiveram o conflito confinado a uma "guerra civil russa", a cessão de armas e o incentivo de usá-las para um ataque direto à Rússia pode mudar a posição de Moscou, e o conflito pode ser levado aos países ocidentais. Não vejo os russos usando uma arma nuclear de cara, mas um míssil hipersônico com uma bomba muito potente pode acertar uma base militar, ou um centro de comando. A resposta do Ocidente pode dar o tom do próximo passo russo, e é aí que entra o texto de Wellington. Estamos a poucos passos do jardim de rosas mais horrível que o homem pode cultivar.
E ao que ele fala dos políticos ocidentais, eu acrescento que nenhum deles tem compromisso com seus países ou seus povos, atendendo tão somente aos interesses de suas elites financiadoras, e a seus interesses carreiristas e à possibilidade de acumular alguma riqueza com isso. Se pensarmos que estão aliados a Zelensky, cujo mandato expirou e agora age como um usurpador do poder, já que se recusa a chamar eleições em seu país, aí a coisa piora ainda mais.
sábado, 4 de maio de 2024
Evanescence - My Heart Is Broken - Cover by Halocene
Já faz um bom tempo que não publicamos música aqui no Blog dos Mercantes, e voltamos hoje com um grande sucesso do Evanescence na boa voz de Addie Nicole.
domingo, 28 de abril de 2024
Giro Geopolítico pelo Brasil, Planícies europeias e Terras bíblicas
Brasil segue desligado entre o discurso e a prática, os russos avançam nas planícies da Europa Central e a situação não é confortável para os israelenses.
terça-feira, 16 de abril de 2024
Temperatura aumenta no Oriente Médio
As últimas movimentações bélicas na região que é um dos celeiros energéticos do mundo hoje em dia têm o potencial de colocar fogo de vez nesse início de fogueira que arde por lá. Respostas de parte a parte tenderão apenas a
domingo, 31 de março de 2024
quinta-feira, 21 de março de 2024
Lula não manda no Governo
segunda-feira, 4 de março de 2024
Primeiro navio afundado pelo Houtis
O fato de o Rubymar ter ido a pique apenas aprofunda as tensões na entrada do Mar Vermelho, e dificulta mais a situação já cambaleante da Europa. De quebra ainda aumenta bastante valor de frete, seguros, e a aceitação de tripulações mercantes de trafegarem por aquela área.
domingo, 3 de março de 2024
Energia infinita?
Bem, a resposta curta é não. Se mantivéssemos o mesmo nível de consumo atual da energia pelos próximos séculos e milênios, aí teríamos combustível para este tipo de reator por muito tempo, com a grande vantagem de que a radiação residual é bem menor que a da fissão (processo utilizado atualmente), o descarte do material final não é nocivo ao meio-ambiente (como é o da fissão), e não há risco de explosão.
Bem, o caso da explosão é num processo controlado de geração de energia, porque se estudam formas de usar a energia liberada pela fusão (bem maior que da fissão) em armas, que teriam um poder destrutivo muito maior que as atuais bombas de fissão e teriam a vantagem de não deixar radiação residual.
Mas acontece que o planeta é finito, que nossa necessidade de consumo de energia é cada dia maior, e exatamente por isso, ainda que tenha um potencial muito maior que as atuais formas de produção de energia, a fusão nuclear também não será eterna, mas tem o potencial de resolver nosso problema por muito tempo, ainda que tenhamos que desenvolver outras tecnologias também, para que possamos utilizá-la em toda a sua potencialidade.
Conheça o primeiro reator do mundo que irá alimentar a Terra utilizando a mesma reação nuclear do Sol
Visitámos os bastidores do maior dispositivo de fusão nuclear do mundo, que tenta aproveitar a energia da mesma reação que alimenta o Sol e as estrelas.
No coração da Provença, algumas das mentes científicas mais brilhantes do planeta estão a preparar o terreno para aquela que é considerada a maior e mais ambiciosa experiência científica do mundo.
"Estamos a construir, sem dúvida, a máquina mais complexa alguma vez concebida", confidenciou Laban Coblentz.
A tarefa é demonstrar a viabilidade de aproveitar a fusão nuclear - a mesma reação que alimenta o nosso Sol e as estrelas - a uma escala industrial.
sábado, 2 de março de 2024
Smells Like Teen Spirit
sexta-feira, 1 de março de 2024
A guerra vai escalar?
O panorama das movimentações entre o mundo Ocidental corroído e mofado que se esvai, e o novo mundo Multipolar que se constrói é algo que, como diz Wellington Calazans em seu texto do "X", deveria estar ocorrendo de forma negociada e relativamente tranquila. mas pela total alucinação das lideranças ocidentais o que se está buscando é uma escalada da guerra e dos focos que ora destroem vidas e esperanças em alguns pontos nevrálgicos do planeta. O problema é que, se isso não parar, tende a destruir o mundo, e levará muito tempo para se construir outro.
O problema também já se expressa na postagem abaixo de Wellington, já tivemos uma reunião de "líderes" europeus onde, de acordo com o Robert Fico, Premier da Eslováquia, foi proposto que os países europeus enviassem tropas oficiais à Ucrânia para dar suporte às tropas de Kiev, e empurrar o "malvadão" russo de volta às suas fronteiras originais.
Na sequência dessa imbecilidade os russos movimentaram e posicionaram mísseis atômicos e o Presidente Putin já deixou claro que tal ação europeia levará o mundo a um caos total.
A grande maioria dos alucinados já tirou o corpo fora, mas eu não duvido que alguns dos alucinados resolvam pagar para ver. Por incrível que pareça, Putin não costuma blefar.
OTAN ENTRE A HECATOMBE E A DERROTA HUMILHANTE
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
Lula x Netanyahu, o acerto ocasional
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024
Esta entrevista poderia ter sido em 1930
Sim, a entrevista poderia ter sido concedida no ano que chamei no título desta postagem, desde que com alguns fatos atualizados.
Você troca os políticos do atual chamado "semáforo alemão", por políticos liberais, aqueles mesmos que levaram a Alemanha a assinar uma rendição precipitada e incondicional ao final da Primeira Grande Guerra.
Depois você repete a defesa enfática de interesses externos em detrimento dos interesses da própria população por parte desses políticos.
Ao fazer isso você ainda ataca setores inteiros de sua própria população.
Você assina tratados mentirosos que não tem a menor intenção de cumprir com seu vizinho mais poderoso.
Você também cria desnecessárias tensões com esse mesmo vizinho.
Para completar falta apenas perder o governo para gente que promete atender os interesses dessa população abandonada.
Esse é o quadro da maioria dos países hoje em dia. Isso não se restringe à Europa, mas se expande ao Ocidente coletivo e a muitos de seus satélites.
geopol.pt
@GeopolPt
SCHOLZ AO SÜDDEUTSCHE ZEITUNG
O chanceler alemão Olaf Scholz, deu ontem uma grande entrevista ao maior diário alemão. Aqui estão os principais pontos:
O meu apelo aos outros Estados da UE é claro: vejam se não podem também aumentar a vossa ajuda à Ucrânia.
Juntos, nós, na Europa, gastaremos mais dinheiro em defesa e segurança do que a Rússia. Esta é também uma mensagem clara.
A grande maioria dos alemães compreende que, a longo prazo, temos de gastar mais dinheiro na nossa defesa.
Existem cidadãos que nunca pensariam em votar na AfD ou na Sahra Wagenknecht e que, no entanto, estão cépticos em relação à guerra e ao nosso apoio.
Claro que há tentativas russas de influenciar as redes sociais, há propaganda russa. E alguns deputados da AfD no Bundestag soam como se tivessem copiado os seus discursos de Moscovo.
Para termos munições e armas suficientes para a defesa nacional, temos de expandir a indústria de defesa.
O objetivo é claro: queremos tornar a Bundeswehr e a NATO tão fortes quanto possível. Queremos ser tão fortes que ninguém nos ataque.
Sou um transatlanticista convicto, um firme apoiante da NATO.
Logo no início do meu governo, decidi continuar a assegurar a participação nuclear da Alemanha no quadro da NATO. É por isso que estamos atualmente a comprar caças americanos F-35 de última geração.
Só este ano estamos a gastar 15 mil milhões de euros para apoiar a Ucrânia. É um esforço enorme.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
sábado, 17 de fevereiro de 2024
Para quem gosta de um bom Heavy Metal
Black in Black do AC/DC no excelente vocal de Kati Cher. O vídeo é do canal Ken Tamplin Vocal Academy.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024
Provocação tem resposta dura
O texto abaixo foi traduzido pela equipe do Canal Arte da Guerra, liderado pelo Comandante Robinson Farinazzo, e que trata de temas geopolíticos, e divulgada no "X" do Canal. A informação é completada pela publicação de Wellington Calasans, divulgada na mesma mídia. A notícia abaixo não traz análise, mas a de Calasans traz uma rápida nota do jornalista ao final das informações. De minha parte farei apenas algumas considerações.
A primeira é que a mensagem de Dmitry Medvedev, vicepresidente do Conselho de Segurança da Rússia, dada como resposta aos exercícios militares conjuntos da OTAN, foi muito mais dura do que a demonstração de força da aliança militar atlanticista.
Continuamos na lembrança de que Medvedev deixou bastante claro que os russos entenderam muito bem o recado, e contra quem tais exercícios militares foram realizados.
Aproveitou para reafirmar a derrota eminente da Ucrânia no teatro de operações a Leste do Diniepre, e que ela ocorrerá. Algo que Putin também falou em sua conversa com Putin.
Por fim voltou a reafirmar que a Rússia não atacará nenhum país do Bloco, mas isso não significa que aceitará provocações exageradas, ou ataques a seu território saídas desses Estados, ainda que disfarçadas de Estados não OTAN.
Como eu disse, a nota tem um teor duro, muito mais duro do que os exercícios realizados pela OTAN, mas além disso ela vem para reafirmar novos tempos. Há poucos anos a resposta teria sido muito mais tímida, comedida, e provavelmente não faria referência às fraquezas que o Ocidente demonstra no momento.
Tudo isso é resultado de dois movimentos que convergem no mundo atual. O bloco ocidental hoje tolhiu seus políticos, deixando a administração e as grandes decisões de suas nações nas mãos de funcionários de carreira de suas instituições, que por sua vez são formados e devem seus serviços às elites econômico-financeiras de seus países. Os políticos, que poderiam se demovidos pelas manifestações populares e com isso se converterem em estadistas, ficaram praticamente alijados dessas decisões. Os interesses nacionais e populares deixaram de ser levados em conta nesse processo
Por outro lado, seus adversários desenvolveram estadistas com alto apelo popular, porque acima de tudo partilham de instituições imagéticas, que têm por objetivo o desenvolvimento de suas sociedades como um todo. Justamente esses valores que comungam foram recuperados e dão rumo a suas sociedades no momento, levando à maioria da sociedade ser beneficiada por suas ações.
Esse é o motivo de hoje uma resposta dessas ser possível, mas a mesma ser impensável há 20 anos.




