Na última sexta-feira o Brasil ultrapassou a trágica marca de 600.000 mortos pelo Covid-19. Após muitos embates no Senado, a CPI parece ter deixado claro que também tivemos sub-notificação do número de mortos pela doença, algo de que se suspeitava, mas que ainda não havia aparecido nenhuma prova mais contundente.
Apesar de sabermos que numa pandemia que traz junto a possibilidade de mortos de infectados seria impossível que mortes não ocorressem. O que entristece é que muitas delas poderiam ter sido evitadas.
Mais uma vez externo minha solidariedade aos parentes e amigos de todas as vítimas.
E que a Justiça se faça aos responsáveis pela tragédia humanitária que se abateu no Brasil.
Com certeza isso não resolveria nada, não traria os mortos de volta, e provavelmente não servirá de conforto àqueles que sofrem a ausência de seus entes queridos.
Mas quem sabe não sirva de lição para que outros não tentem ações desse tipo no futuro.
Que a matéria se converte em energia, e vice-versa, já era algo conhecido. Com isso podíamos até dizer que as duas eram a mesma coisa, mas é a primeira vez que alguém literalmente diz que elas são a mesma coisa, já que segundo os cientistas Jeffrey Eischen e Larry M. Silverberg, a matéria é feita de pedaços de energia. Ou seja, segundo os dois, matéria e energia SÃO a mesma coisa.
O artigo é um pouco longo, mas para quem gosta de ciência e tecnologia, vale a pena dar uma lida.
Matéria é o que compõe o universo, mas o que é matéria? Essa pergunta é complicada para aqueles que pensam nisso, especialmente para os físicos. Refletindo tendências recentes na física, meu colega Jeffrey Eischene eu descrevemos uma maneira atualizada de pensar sobre o assunto. Propomos que a matéria não é feita de partículas ou ondas, como se pensava há muito tempo, mas – mais fundamentalmente – que a matéria é feita de fragmentos de energia.
De cinco para um
Os gregos antigos conceberam cinco blocos de construção de matéria: terra, água, ar, fogo e éter. Éter foi a matéria que encheu os céus e explicou a rotação das estrelas, como observado a partir do ponto de vista da Terra. Estes foram os primeiros elementos mais básicos dos quais se poderia construir um mundo. Suas concepções dos elementos físicos não mudaram dramaticamente por quase dois mil anos.
O Ceará impressiona pelo número de novos investimentos num momento em que vemos desinvestimento na maioria dos estados brasileiros. E o estado nordestino se destaca não apenas em investimentos industriais tradicionais, mas também em investimentos em alta tecnologia, e na produção de energias verdes e renováveis.
Além da usina de hidrogênio verde, o estado também já conta com boa planta para geração de energia eólica, com uma usina de ondas, e vem se destacando bastante na educação e políticas industriais. Isso acaba por atrair investimentos para o estado, enquanto outros vêm suas plantas industriais e suas perspectivas de desenvolvimento tolhidas pelos erros de gestão pública.
Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o governador Camilo Santana anunciou, ao lado da diretoria da EDP do Brasil, a instalação do projeto piloto para implantação de uma usina de hidrogênio verde no Pecém, com capacidade de produção de 250 Nm3/h do gás. Sua operação deve ser iniciada já em dezembro de 2022, atraindo um total de R$ 41,9 milhões de investimento.
Camilo celebrou que o Ceará está se tornando a casa do hidrogênio verde. “É com alegria que recebemos a notícia que a multinacional EDP do Brasil fará um investimento de quase R$ 42 milhões em hidrogênio verde no Brasil, ao anunciar que o Ceará terá a primeira usina de hidrogênio verde no País. Temos apostado muito nessa energia limpa, e a EDP já gera mais de 350 empregos diretos no Ceará no Porto do Pecém com sua termelétrica, que que produz quase a metade do consumo de energia de todo o Estado”, disse.
No evento estavam presentes João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil, Luís Otávio, seu vice-presidente, Nuno Costa, seu diretor de comunicação, Lourival Teixeira, diretor da companhia no Brasil, o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Júnior, a secretária executiva da Sedet, Rosiane Oliveira, e o presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A), Danilo Serpa.
Por problemas de internet quase não tivemos o vídeo de quinta. Mas ainda deu tempo de comentarmos o vídeo de William Jacob.
Vamos ao "X" dessa questão. Não gosto do PT, e não apoio o partido estrelado em nenhum pleito mais. Mas isso não significa que as cartas estejam todas na mesa para as próximas eleições. Para quem acompanha política sabe que o PT buscará sempre a cabeça de chapa, que buscará sempre o protagonismo, e que fará de tudo para se impor, principalmente frente a outras legendas do chamado "campo progressista".
A questão é que todos os partidos tentam isso. Todos brigam por espaço, todos brigam pela hegemonia. O problema do PT não é brigar pela hegemonia, o problema do PT é como ele faz, sempre tratando os outros partidos do "campo progressista" como se fossem seus subordinados.
E mais problema ainda é dos outros partidos do "campo progressista", que estão sempre atrás do estrelado, como se não houvesse vida sem ele.
E sabem porque o "campo progressista" vem entre aspas?. Porque o cara mais a esquerda que pode ser seriamente considerado hoje em dia é um direitista chamado Ciro Gomes. Apesar de Social Democracia ser considerado esquerda, a do Ciro está muito mais a direita do que aquela que se consagrou na Europa pós-guerra.
Sim, verdade que temos alguns alucinados que falam em revolução brasileira, mas você acredita mesmo que haverá uma revolução comunista num país que há menos de 3 anos elegeu Jair Bolsonaro?
É impressionante como, no (des)Governo Bolsonaro, aonde se mexe o fedor sobe. Embaixo da finíssima camada de seriedade garantida por um PGR lenta e pouco efetiva, por estranhas sentenças de absolvição em processos coalhados de provas, que cria uma essa possibilidade de um discurso de não corrupção - muito disso quebrado pela CPI da Covid, está um lodaçal dos mais fedorentos, com corrupção, por todos os lados.
O último ato dessa corrupção generalizada aparece pela denúncia conhecida como "Pandora Papers". Mais um absurdo garantido pela impunidade que não de hoje graça pelo Brasil afora.
E o caso das offshore não é apenas anti-ético, mas também é criminoso, como mostra Reinaldo Azevedo em seu curto e preciso vídeo.
Mas o problema não é apenas ser anti-ético ou criminoso, mas em que dará isso?
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, têm empresas em paraísos fiscais. Eles mantiveram os empreendimentos após terem entrado para o governo do presidente Jair Bolsonaro, no início de 2019. A investigação é do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em sua sigla em inglês). Ainda segundo a publicação, os dois nunca informaram sobre isso à opinião pública, apesar da relevância de seus cargos.
Cesar Benjamin foi membro fundador do PT lá nos idos dos anos 80. Cesar esteve no partido por 15 anos. Alguns anos depois ingressou no recém criado PSOL, onde ficou por apenas dois anos, e hoje está sem partido.
Os motivos que levaram Cesar Benjamin a deixar o PT e o PSOL são exatamente aqueles que são apontados como erros desses partidos por seus opositores, sejam esses políticos de que espectro político forem.
E esses motivos se resumem à célebre e brilhante frase de Leonel Brizola: "o PT é como uma galinha que cacareja para a esquerda, mas põe ovos para a direita"
Como Cesar Benjamin conclui de forma absolutamente lógica no final de seu texto, é um partido conservador, que não busca nenhum tipo de mudança na sociedade. E claro, quando o discurso se desloca tanto da prática acaba por confundir a população, desacreditar a política, e criar espaço para o crescimento de extremismos de direita e de esquerda.
Em suma, o que eu digo aqui, o que muitos críticos e adversários do partido dizem.
Claro que isso não significa que não tenhamos bons quadros nesses partidos, mas se algumas andorinhas não fazem verão, alguns bons quadros escanteados não fazem um bom partido político.
Cesar Benjamin detona ‘lulismo’ – Co-fundador do PT e ex-psolista, o cientista político Cesar Benjamin utilizou suas redes sociais após o Congresso Nacional do PSOL para fazer duras críticas ao próprio PSOL e para detonar o que chamou de ‘lulismo’.
Benjamin Durante participou da luta armada contra a ditadura militar brasileira (1964-1985) e foi co-fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), onde ficou por 15 anos (1980-1995).
Quando o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) foi fundado, Benjamin foi para a sigla, onde ficou por dois anos (2004-2006).
Em 02 de outubro tivemos mais uma rodada de manifestações contra o (des)Governo Bolsonaro, e a favor do impeachment do atual Presidente. Algumas cidades tiveram grandes concentrações de manifestantes, notadamente Rio de Janeiro e São Paulo, assim como algumas outras capitais e cidades médias do interior também. Mas apesar dessas concentrações consideráveis, como eu já havia dito, as manifestações perderam um pouco da força que tinham há alguns anos. Os motivos que eu vejo para isso estão nesse post, e não vejo motivos para voltar diretamente a eles.
Mas apesar de menos intensas do que já foram - e até do que poderiam ser - as manifestações de ontem também mostraram alguns outros pontos que deixam em suspensão suas reais intensões. A verdade é que erradamente Jair Bolsonaro já está sendo considerado carta fora do baralho nas próximas eleições, o que faz com que essas manifestações sejam vistas e usadas por alguns partidos muito mais para tentar angariar votos do que para realmente extirpar a maior ameaça à democracia que o Brasil tem desde que promoveu sua abertura política nos anos 80 do século passado.
O problema é que enquanto deixam de focar no principal problema do país no momento, a força que esses mesmos partidos admitem ser o maior problema atual do país tem tempo para tentar se reorganizar e ressurgir das cinzas em que se encontra. Até agora pudemos contar com a imbecilidade do líder dessa força para que isso não aconteça. Acontece que ele é o atual líder, mas não é a força, e mesmo no cargo pode ser colocado de lado em prol da recuperação da ideologia que ele mesmo destrói.
Temos que nos lembrar que a ideologia, a democracia do povo é comida no prato, é emprego decente, é perspectiva de futuro, e quem tem a caneta na mão sempre estará em posição de melhorar essas condições. Hoje Bolsonaro não se reelege, e nem é força em condições de ganhar a disputa, mas nada garante que ele permanecerá assim até 2022. Até Lula já reconheceu o perigo que há nisso.
Bolsonaro precisa ser afastado da Presidência pelo bem do Brasil, e pelo bem da democracia, que muitos dizem defender, mas poucos agem efetivamente para isso, preferindo atuar em prol de seus interesses eleitoreiros.
Já é de conhecimento que num futuro distante (para nós, porque pro universo é um estalar de dedos), as galáxias de Andrômeda e a nossa Via Láctea irão se fundir, criando uma nova galáxia. Mas se os 4 bilhões de anos estimados que faltam para essa fusão são muito tempo, podemos imaginar a lentidão desse processo se pensarmos que partes dessas duas galáxias já se tocam. São os gases periféricos de ambas que fazem esse primeiro contato.
Mas algo me intriga nesse processo, porque temos as Nuvens de Magalhães, que são pequenas galáxias satélites da nossa. Como elas ficam nesse processo de fusão entre as duas galáxias maiores? Elas também serão incorporadas, ou passarão a orbitar a nova galáxia?
Acho que é uma pergunta interessante a ser respondida, dada a enormidade de energia que irá se fundir com a criação dessa nova galáxia.
A galáxia de Andrômeda, a galáxia espiral mais próxima da nossa Via Láctea, ostentando um halo (auréola de gás) quente que mede um milhão de anos-luz no espaço intergaláctico. Os cientistas chegaram nessa conclusão após análises de dados de quasares distantes, feitos pelo telescópio espacial Hubble.
"Halos são as atmosferas gasosas de galáxias. As propriedades destes halos gasosos controlam a taxa em que as estrelas se formam", disse Nicolas Lehner, da Universidade de Notre Dame, Ind, e principal autor do novo estudo publicado no The Astrophysical Journal.
Já há algumas semanas o (des)Governo Bolsonaro vem tentando emplacar uma PEC para evitar o pagamento total dos chamados precatórios. Para quem não sabe, os precatórios são dívidas que o Governo não pagou e foram contestadas na Justiça, já estão transitadas em Julgado e portanto não cabe mais nenhum tipo de recurso que não seja pagá-las.
Ora, a tentativa de alteração da regra do jogo nesse momento é uma rasteira para aqueles que têm dívidas a receber do governo, que confiaram nas regras do jogo, que confiaram na Justiça. Mas isso até seria compreensível - aceitável não - se o motivo real fosse a falta de recursos públicos, mas não, o motivo é que o (des)Governo quer fazer campanha eleitoral com o dinheiro daqueles que têm suas dívidas a serem cobradas.
E o motivo seria nobre não fosse tão tosca a sua execução: o aumento dos programas sociais do (des)Governo. Claro, também se isso não fosse um engodo, já que existem muitas outras fontes que o (des)Governo tem para conseguir os recursos que quer, e que não aumentariam a dívida do próprio Governo - aqui sem o "(des)" porque a dívida ficaria para os próximos governos pagarem. Sim, porque ao se adiar o pagamento desses precatórios, o único que se faz é aumentar a dívida pública, ainda que possam até manter o chamado "teto de gastos" no ano. Mas mesmo esse, como mostra o artigo abaixo, estará ameaçado, já que o problema não é o teto, mas o descontrole das contas públicas, o péssimo gerenciamento dos recursos, e a patética tentativa do Governo em fazer uma campanha eleitoral com dinheiro público.
E eu disse que há outras fontes para se conseguir esses recursos, o que é verdade. Uma reforma tributária séria seria a melhor das fontes desses recursos. A redução de subsídios empresariais, muitos deles injustificáveis, o aumento do imposto de renda para faixas mais altas de salários, para os rendimentos empresariais, os lucros empresariais, e dividendos, entre outros, mas não seriam as únicas fontes possíveis.
O interesse por trás dessa contorção orçamentária é a tentativa de não mexer nos ganhos de quem tem realmente muito dinheiro e de, mais uma vez, fazer com que essa conta estoure em cima dos menos capazes de se defender.
Além de tudo, ainda cabe uma bela ação de inconstitucionalidade, já que os precatórios são decisões transitadas em julgado, e portanto, não podem ser mudadas através de uma Lei, nem mesmo pela própria mudança da Constituição, já que são direitos adquiridos. Talvez haja espaço para discutir ações que ainda correm, cujos méritos ainda não estão transitados em julgado, mas não para as já decididas, mesmo que ainda não tenham sido pagas.
Para culminar os erros do (des)Governo, o aumento que querem dar aos projetos sociais viria de dois erros orçamentários. O primeiro seria o desvio de recurso, já que estaria sendo retirado recurso dos precatórios para os programas sociais.
O segundo é a própria ausência de fonte, ou seja, os precatórios não são uma fonte de receita, mas de despesa. É como você tentar fazer um crediário e quando o comerciante vai analisar a tua ficha vê lá que você já deve mais do que o seu salário permitiria suportar os pagamentos, e você justificaria a formalização dessa nova dívida dizendo que não pagará as antigas. Isso não existe, nem mesmo para um (des)Governo como esse.
Os que acreditam na vinda súbita do meteoro certamente creem no compromisso pela preservação do teto de gastos, esse donzelo por cuja pureza se concertam candidatos à reeleição que constituíram poderosas empresas familiares dentro do Estado; inclusive e sobretudo Jair Bolsonaro, antigo defensor da responsabilidade fiscal. Não é o meu caso. Vejo incompetência, desde 2020 o Ministério da Economia prevenido — e inerte a advocacia estatal — sobre a projeção da fatura para 2022. E vejo oportunismo, acionado o botão que abre o dispositivo solar, por onde serão dependurados os fundos — todos, claro, exceções. Dirá o cínico que é exceção o ano eleitoral; e que o importante é dissimular: tirar o bode da sala e então vender que poderia ser pior.
A Globo News promoveu em debate bastante interessante entre alguns pré-candidatos do chamado centro democrático. Mandetta (DEM), Ciro Gomes (PDET), e o Senador Alessandro Vieira (Cidadania - SE). Muito bom debate.
Impressionante como quanto mais a CPI da Covid mexe nesse lodo, mais sobe o fedor da política pública que o irresponsável e genocida governo liderado por Jair Bolsonaro ajudou a promover. Ao menos é o que indicam os muitos depoimentos já concedidos à CPI da Covid. Mas esse que envolve a Prevent Sênior, empresa que tem na sua página de internet a seguinte frase de introdução, é duro de aceitar.
A empresa oferece planos de saúde para todas as faixas etárias, mas parece ser especializada em pessoas com uma idade mais avançada, ou como eles chamam, "adultos +".
Mas apesar de ter a missão e o dever de zelar pela saúde de seus clientes, por motivos políticos e ideológicos tudo indica que a empresa pressionou médicos e funcionários a receitarem medicamentos comprovadamente ineficazes, de alto risco para a saúde, e até de levar a uma rápida morte prematura. Para completar esse quadro de horrores ainda obrigava médicos a trabalharem infectados por Covid, terapias ineficazes e proibidas, e misturava pacientes infectados pelo vírus com outros enfermos.
Mas investigar e levantar provas não servem de nada se não forem abertos os devidos processo legais, que levem os responsáveis por tais absurdos à cadeia, e a indenização de familiares e afetados pelos absurdos cometidos.
Quanto a salvar a empresa, aí é uma outra história. No caso das empreiteiras elas eram acusadas de corrupção, mas suas obras eram sólidas, ainda que superfaturadas. Então pode-se punir os gestores responsáveis pelos desvios e preservar a empresa, porque ela mesma não perde credibilidade em seus serviços.
Mas no caso de uma empresa de saúde que descumpre protocolos de saúde que deveria seguir, aí fica muito difícil salvá-la, porque a credibilidade da empresa fica fortemente abalada, ainda que os responsáveis pelos erros sejam punidos.
Porque assim como você não contrata um empreiteiro para construir uma casa que desabe na sua cabeça, você também não contrata um plano de saúde que ao invés de te tratar te mate.
Bruna Morato também afirmou à comissão que o médicos da Prevent Senior não tinham autonomia de atuação. Empresa é investigada pela CPI por omitir mortes em estudos sobre remédios ineficazes.
Por Marcela Mattos e Sara Resende, g1 e TV Globo — Brasília
A advogada Bruna Morato, representante de 12 advogados da Prevent Senior, disse que ouviu relatos de plantonistas dizendo a pacientes que eram obrigados a prescrever o "kit Covid", senão seriam demitidos.
"Chegou a um ponto tão lamentável, na minha opinião. Esse kit era composto por 8 itens. O plantonista dizia para o paciente: 'Preciso te dar. Se eu não der, sou demitido. Se você for tomar, toma só as vitaminas e proteínas. Os outros [medicamentos], além de não terem eficácia, são muito perigosos'", relatou Morato.
O artigo abaixo é um pouco longo, mas vale muito a leitura. Nele fica claro os motivos de se destruir o tecido produtivo nacional e as estatais, e a resposta é muito simples: alguns poucos ganham muito dinheiro importando e vendendo para o governo produtos e serviços que, na maioria das vezes, são frequentemente de qualidade pior do aqueles que produziríamos em nosso país ou ofertamos com mão de obra nacional.
E envolvem muito dinheiro.
O famoso projeto SIVAN, implementado por Fernando Henrique Cardoso, é outro caso clássico. Nesse caso ainda teríamos a vantagem de passarmos a ser detentores da tecnoclogia que seria desenvolvida.
Já no caso dos chips da CEITEC a tecnologia já é nossa. O que não é nosso é o sentido de nação. E o fato de o valor final da estatal brasileira ser menor do que o do seu "concorrente" privado não contou, já que os interesses claramente não são os do país.
Todos esses movimentos irresponsáveis atrasam o país, e dão ganho a apenas algumas pouquíssimas pessoas. O Brasil precisa alijar essas pessoas da vida pública, porque não dá para termos um padrão de vida moderno com agronegócio e mineração.
Estatal alvo de Bolsonaro, Ceitec possui chip e software com certificação de segurança – que está prestes a ser perdida
Daniel Giovanaz
Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
01 de Setembro de 2021 às 11:06
O Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), estatal com sede em Porto Alegre (RS), recebeu R$ 31 milhões para desenvolver um chip e um programa (software) que seriam usados nas capas dos passaportes brasileiros. Em 2012, a Casa da Moeda do Brasil (CMB) assinou um convênio de cooperação técnica sinalizando que a tecnologia projetada por essa empresa seria adquirida integralmente. Porém, isso nunca aconteceu.
Criada pelo ex-presidente Lula (PT) em 2008, a Ceitec foi colocada em liquidação pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido) em 2020. Em seu lugar, o fornecedor atual é a empresa privada Fedrigoni Brasil Papéis, que produz as capas e as fornece à CMB com um chip embutido, fabricado por uma terceirizada.
Imaginem a possibilidade que temos de vida em 300 milhões de terras. Sim, essa é a previsão de ocorrência desses planetas apenas na Via Láctea. Isso se dá pela enormidade de nossa galáxia, que tem cerca de 400 bilhões de sóis.
Se vamos conseguir entrar em contato com outras vidas, com outros sistemas solares, ou com se vamos conseguir colonizar outros sistemas solares é outra história, mas a probabilidade de que a vida não se desenvolva nesses outros sistemas, bem, essa probabilidade é muito baixa.
O quanto não muda na cabeça de quem consegue finalmente entender isso?
Estrelas amarelas, como o nosso Sol, são apenas 7% entre as mais de 400 bilhões que compõem a Via Láctea. Mas, nesse pequeno grupo das chamadas anãs G, mais da metade pode ter, orbitando ao seu redor, planetas habitáveis como a Terra – isso representaria cerca de 300 milhões com potencial de abrigar vida.
“Esta é a primeira vez que todas as peças foram colocadas juntas para fornecer uma medição confiável do número de planetas potencialmente habitáveis na galáxia. Esse é um termo-chave da Equação de Drake, usada para estimar o número de civilizações inteligentes. Nesse longo caminho, estamos um passo mais perto de descobrir se estamos sozinhos no cosmos”, disse o astrofísico Jeff Coughlin, pesquisador de exoplanetas do Instituto SETI e coautor do estudo publicado agora no The Astronomical Journal.
Composta por João Bosco e Aldir Blanc e gravada no disco Essa Mulher de Elis Regina, a música com fortes críticas ao regime ditatorial pelo qual passava o país, estourou como um dos marcos da resistência artística a esse período, quase ao nível de Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores de Geraldo Vandré.
O Professor de Economia, Deputado Federal, e Secretário de Fazenda do Estado do Ceará deu outra ótima entrevista. A princípio pode parecer a mesma que deu para Mara Luquet, e que divulgamos na semana passada, mas não é. Ao jornal Valor Econômico Benevides abarcou mais pontos, foi mais claro em outros, e deixou claro que não há consenso na equipe econômica que assessora Ciro Gomes na economia, mas isso não chega a gerar atritos entre eles.
Após as manifestações do último domingo, Ciro Gomes foi sabatinado no Parlatorio SA. O movimento é formado por juristas, economistas, empresários, militares, políticos, todos muito bem sucedidos em suas áreas, que reuniram para debater e buscar caminhos para o Brasil.
O próprio Ciro diz durante o programa que a maioria deve gostar do Dória, como já gostaram do Alkimim. Mas o próprio Ciro rebate que a questão não é nome, mas modelo, porque quanto mais eles aprofundam essas reformas "liberais" que eles defendem, mais o país afunda.
São mais de 2h40 de sabatina, mas vale a pena assistir. Diferente de uns e outros, as ideias não mudam de acordo com o ambiente, ainda que os temos usados possam ser mais rebuscados, a essência do pensamento é o mesmo.
E como vocês podem ver, os donos do canal desativaram a reprodução em outros meios, então vai lá no youtube e dá uma olhada. Vale a pena.
Entendo que Bolsonaro falou somente para sua trupe, mas a verdade é que ele apenas listou uma série de mentiras, de deturpações, de alucinações. A inflação é galopante no país, principalmente nos alimentos, e ele diz que abaixou o preço dos alimentos. Mas essa é só uma delas. Não a toa já foi duramente criticado por jornais estrangeiros, afinal de contas, a imprensa internacional não é a trupe alucinada que segue o "Minto".
Mas além das mentiras em série, mais uma vez tentou jogar nos outros a responsabilidade que é dele, quando pede créditos de carbono.
E voltou a acenar para os mais conservadores, ao falar de família tradicional e liberdade de culto.
Um dos melhores destinos para investimento dele teve várias multinacionais desinvestindo, como Sony, Ford, e Mecedes Benz, entre outras. Não temos notícia da entrada de nenhuma.
Mas isso foi apenas uma parte. A fala foi uma sucessão de mentiras, distorções e meias-verdades.
Seria lamentável e vergonhoso, não fosse tão trágico, principalmente para o Brasil, mas em alguns pontos para o mundo todo, como quando fala do meio ambiente.